sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Guitarra elétrica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Exemplo de guitarra elétrica Epiphone Les Paul,

A guitarra elétrica (português brasileiro) ou eléctrica (português europeu) (também chamada apenas de guitarra) é um instrumento musical pertencente à família das guitarras, cujo som é sempre amplificado eletronicamente. É um Instrumento de cordas (ou cordofone), ou seja, o som é produzido manualmente pela vibração das cordas como no violão, porém é transformado em sinal elétrico devido a ação de captadores magnéticos (na maioria dos modelos).

Os sinais elétricos podem ser simplesmente amplificados e emitidos por um alto-falante que converte os sinais elétricos em ondas sonoras, ou pode ser modificado antes de ser novamente convertido em som pelo alto-falante.

Por sua potência sonora e pela possibilidade de alteração eletrônica de diversas características de seu timbre, as guitarras elétricas são utilizadas principalmente no rock, música pop, blues e jazz, podendo ser encontradas ainda em outros gêneros musicais.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Pedais de efeito...

- Pedais de Efeitos
São pedais que possuem diversos efeitos, dentre eles destacam-se as distorções, wha wha, delay, etc.
São versáteis pelo fato de serem facilmente visualizados em um palco quando se toca ao vivo, e é muito fácil utilizá-los pois sempre há uma chave de liga/desliga e os botões de regulagem do efeito. Com isso, os pedais tornam-se nesse aspecto melhores que pedaleiras digitais, pois apresentam um som extremamente bom e são de fácil manuseio, já as pedaleiras são mais em conta no preço mas alguns efeitos nela podem deixar um pouco a desejar, além de ser de difícil manuseio ( regulagens, etc.)Para você escolher os pedais que você irá utilizar, é interessante que você pesquise preços, som, etc. Uma boa é você pegar o set-up de seus guitarristas favoritos e ver o que eles usavam para assim você usar o set deles como base para o seu.
*Para ver os set-ups dos guitarristas entrem nesse site: www.guitargeek.com
-Cadeia de sinal
Antes de falarmos dos efeitos devemos saber como ligá-los na cadeia de sinal. Não há uma ordem específica, mas o que deve ser respeitado é que primeiro vem os pedais de ganho e em seguida os efeitos.
A ordem de ligação a seguir é a que eu uso e é uma das que todos usam: Ordem:
Guitarra - - - Wha wha - - Compressor - - Overdrive - - Distorção - - Booster - - Phaser - - Reverb - - Chorus - - Delay - - Amplificador.
Lembre-se você NÃO PRESCISA seguir essa ordem, você pode fazer sua própria ordem. Agora falaremos dos efeitos em questão, hoje vou falar principalmente das distorções e em breve estarei falando dos efeitos de Chorus, Delay, Flanger, etc.
- Overdrives, Distorções e FuzzEsses são os efeitos preferidos da maioria dos guitarristas, pois muitas bandas usam esses efeitos para distorcer o som da guitarra. O pedal de Overdrive, é um pedal que quando ligado praticamente "simula" o som de um amplificador a válvula, ou seja, o seu som fica parecido com a saturação de um amplificador valvulado. Ele apresenta um ganho pequeno comparado aos pedais de distorção, mas apresenta uma dinâmica que as distorções não oferecem. Os pedais de Overdrive, em geral, apresentam três botões:
* Gain - controla a quantidade de ganho no pedal, quanto maior o ganho, maior será a distorção.
* Level - controla o volume do pedal em sua cadeia de sinal.
* Tone - serve para adicionar ou cortar frequências agudas de seu som. Alguns bons overdrives são os mais usados que são:
* Super Overdrive SD-1, da Boss
* Tubescreamer TS-9, da Ibanez
* Distortion +, da MXR Esses são pedais usados por diversos guitarristas dentre eles estão: Eddie Van Halen, Jake E. Lee, Randy Rhoads, Joe Satriani, entre muitos outros.O pedal de Distorção É o pedal mais usado no rock, é usado desde um Hard Rock farofa até o Thrash Metal, esse é um pedal que possui um alto ganho e também simula o som de um amplificador valvulado, não possui tanta dinâmica como os pedais de overdrive pois o ganho destes é absurdamente maior em alguns pedais. Os pedais de distorção também apresentam em geral, três botões:
* Gain - é o botão que serve para aumentar ou diminuir o ganho do pedal.
* Tone - serve para adicionar ou retirar frequências agudas do pedal
* Distortion - serve para aumentar ou diminuir a quantidade de distorção no pedal ( lembre-se: o peso de uma banda não vem da quantidade de distorção, pois quando muito alta, o som torna-se indefinido e embolado, além de apresentar um grande "chiado". Às vezes o peso de uma banda vem da "cozinha", do baixo e da bateria, fique bastante atento quanto a isso.).
* Level - serve para aumentar ou diminuir o volume do pedal.No mercado existem diversos pedais de distorção, e, os que eu mais gosto e recomendo são:
* Distortion DS-1, da Boss ( um clássico !!)
* Mega Disortion MD-2, da Boss
* Metalzone, da Boss
* Double Distortion, da MXR... dentre muitos outros no mercado. Apenas citei alguns, mas lembre-se você deve pesquisar bastante antes de montar um set-up.Esses pedais de distorção também são usados por diversos guitarristas, tais como: Van Halen, Steve Vai, Edu Ardanuy, Jason Becker, Paul Gilbert, Kirk Hammet, George Lynch, dentre outros.
O pedal de Fuzz, é um pedal pouco usado hoje em dia, mas ele já foi muito usado na década de 60 e 70. Esse pedal apresenta um som de alto ganho, "imundo", etc. Esse pedal era usado pelos guitarristas de Blues, assim como o Overdrive era usado por eles também. Para saber de que tipo som estamos comentando, escute as gravações de Jimi Hendrix e o solo de Black Night do Deep Purple. O Fuzz apresenta normalmente doi botões:
* Fuzz - controla a quantidade de ganho e de Fuzz no seu som.
* Level - controla o volume do pedal.
O mais usado foi o Fuzz Face da MXR, que foi usado por grande parte dos guitarristas, mas destacou-se no som de Hendrix.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sobre pássaros e música...

Tenho me perguntado muito ultimamente... O que é a música? Qual a sua real finalidade? Assistindo ao filme "Matrix" encontrei a resposta... A música é renovação, é o espelho que nos mostra o quão perfeitos somos e o quão cruéis e errados nós estamos... A arte em si, nos mostra a nossa imperfeição, e não a nossa perfeição, como podiamos supor... porque a perfeição vem da racionalidade, e, a racionalidade nos leva a equações de 3° grau, lutas para sobrevivencia e ações frias... O homem perfeito, no termo humano, seria um computador, que não erra, não se engana, não ama, não sofre mas também não descansa... A raça humana só é bela e única porque é imperfeita... Na música, a nossa imperfeição salta aos olhos nos mostrando nossos próprios medos, angústias, dores e solidões... Por isso que a música, com a vida, é bela...


Pense nisso, e tenha um bom dia...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Dicas & Curiosidades da guitarra...

• Nunca guarde seu instrumento com o braço encostado na parede você poderá empená-lo. Pode ocorrer com guitarras, violões e principalmente em baixos onde a tensão nas cordas é muito maior. O ideal e guardar dentro de suas respectivas caixas ou deitados. • O tom de discar do seu telefone produz uma vibração de 440 MHz, que corresponde à nota Lá. Portanto, na falta de um diapasão para afinar seu instrumento, utilize-se do telefone.Sempre que usar seu instrumento faça uma limpeza usando uma flanela bem liza, retire a gordura do corpo e das cordas e recomendado usar produtos de limpeza e conservação que são próprios para as cordas principalmente as de aço.
Limpeza do instrumento Existem à venda produtos específicos para limpeza de instrumentos, corpo, escalas, cordas, etc. Prefira usar o material recomendado pelo fabricante (que pode variar conforme o tipo de acabamento e material do instrumento). A maioria dos fabricantes recomenda cera de carnaúba e a mesma pode ser encontrada em boas lojas de música. Jamais use produtos abrasivos (como cera de carro) ou solventes. Na falta de material adequado use um pano seco ou levemente umedecido. Importante Nunca deixe cordas enferrujadas em sua guitarra a ferrugem pode atingir outras partes metálicas do instrumento como os captadores.
Curiosidades Dizem que o primeiro efeito de distorção foi obtido quando um guitarrista desejando um timbre mais rico perfurou com um lápis o alto-falante do amplificador (Nota: Trata-se do guitarrista da banda inglesa The Kings, que costumava se apresentar com agulhas espetadas nos alto-falantes dos amplificadores. Consta que a primeira música com “distorção” foi “You Really Got Me”). Com isso, havia a vibração em outros harmônicos devido ao ar que passava pelos furos
A música é um processo principalmente mental, usamos os músculos para produzir os sons que queremos apreciar. É importante ter músculos bem treinados na arte musical para que obedeçam docilmente aos mais sutis comandos da mente, mas também é essencial que se tenha uma mente bem treinada nesse universo sonoro que nos rodeia. A grande vantagem é que a mente se desenvolve muito mais depressa do que os músculos e, como não tem limites físicos, pode crescer infinitamente.
A mente, a imaginação e a fantasia fazem parte do lado mais bonito da música. Podemos “ouvir” mentalmente qualquer som ou canção que conheçamos, mas podemos também imaginar, criar mentalmente qualquer som ou canção que nunca ouvimos antes. É assim que muitos compositores trabalham para fazer as suas músicas. Conheça duas aplicações práticas de como usar isso a seu favor , desenvolvendo sua “MENTE MUSICAL ” :
1) - Durante o treino de uma nova peça, um estudo ou uma apresentação ao vivo deve-se passar e repassar cada detalhe, cada movimento cada execução cada nota só com a mente, só depois que não há mais dúvidas na cabeça é que os músculos do corpo obedecem precisamente. Como resultado, o tempo de treino diminui e aumenta muito a qualidade eliminam-se os erros, sem falar que aumentamos muito a segurança de nossa performance.
2) - Quando se afina um instrumento de cordas, normalmente se aperta uma corda em determinada casa do instrumento, então, toca-se a outra corda solta e fazemos os ajustes, após ouvir as duas cordas tocando simultaneamente.
TENTE O SEGUINTE :
A) Aperte na casa que tem que apertar
B) Toque o primeiro som
C) Repita esse som mentalmente, até decorar
D) Afine a outra corda “ DE MEMÓRIA ” .
OS RESULTADOS SÃO SURPREENDENTES! ESSE É UM EXCELENTE EXERCÍCIO PARA DESENVOLVER O OUVIDO. ALIÁS, TER BOM OUVIDO SIGNIFICA TER A MENTE AFINADA
A PESTANA :
Basta alguém falar em “pestana”, que muita gente já começa a pensar em desistir. Afinal a pestana tem sido o carrasco responsável por alguns dos maiores traumas no estudo de instrumentos de corda em geral, sem falar na dor, nem falar na demora para trocar de acorde quando aparece uma pestana pela frente. Na verdade, a pestana existe para facilitar a troca dos acordes. As pessoas reclamam de dores no polegar, no indicador e no músculo que fica bem no meio deles. Bem, o motivo porque doí é simples: os músculos envolvidos no processo, não estão desenvolvidos o suficiente para fazer o trabalho, e acabam entrando em colapso, prejudicando o som e doendo. Felizmente, a solução também é simples: ginástica!
Exercício I: Usando só o polegar e o indicador , faça uma pestana simples na primeira casa do seu instrumento. (não importa que normalmente o seu instrumento nem use pestanas, os exercícios darão força ao polegar ) Aperte o dedo indicador da mão esquerda sobre todas as cordas e toque uma vez só. Em seguida avance uma casa, aperte as cordas e toque de novo uma vez só, repita até a sétima casa. Faça esse treinamento alguns dias.
Depois que essa “ginástica” surtir algum efeito, e estiver mais fácil produzir um som limpo, podemos usar pestanas de verdade :
Exercício I I : Escolha uma pestana mais ou menos no meio do braço. Depois escolha três acordes ( posições ) que não sejam pestanas , e numere-os ( acorde 1 , acorde 2 e acorde 3 ) .
Em seguida, sempre lembrando de tocar cada acorde só uma vez, vá trocando na seguinte ordem :
Acorde 1 , Pestana , Acorde 2 , Pestana , Acorde 3 , Pestana , etc…
Tente ir aumentando a velocidade aos poucos …

Questions...

Como se escreve zero em algarismos romanos?
Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
Por que os filmes de batalha espaciais tem explosões tão barulhentas, se o som não se propaga no vácuo?
Se depois do banho estamos limpos, por que lavamos a toalha?
Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester?
Por que quando aparece no computador a frase ‘Teclado Não Instalado’, o fabricante pede p/ apertar qualquer tecla?
Se Deus está em todo lugar, por que as pessoas olham para cima para falar com ele?
Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?
Por que a palavra ‘Grande’ é menor do que a palavra ‘Pequeno’?
Por que ‘Separado’ se escreve tudo junto e ‘Tudo Junto’ se escreve separado?
Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco?
Por que as luas dos outros planetas tem nome, mas a nossa é chamada só de lua?
Por que quando a gente liga p/ um número errado nunca dá ocupado?
Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca?
O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9002, tem qualidade certificada por quem?
Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo?
Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, porque ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?
Como foi que a placa ‘É Proibido Pisar na Grama’ foi colocada lá?
Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar:’Onde foi que você perdeu?
Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
Se o Pato Donald não usa calças, por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?

Eu nunca vou entender!!!

Modos & Escalas

Outro assunto que complementa as escalas são os Modos. As características sonoras de cada modo podem ser transportadas para qualquer tonalidade, desde que sua seqüência de intervalos original não seja alterada.
Na verdade, isso produz cinco novas escalas – e não sete, já que o Jônio e o Eólio coincidem com as escalas diatônicas naturais maior e menor respectivamente. Essas cinco novas escalas constituem alternativas à estrutura melódica e harmônica das escalas diatônicas.
Modos e escalas possuem aplicações diferentes. As escalas determinam a harmonia e os modos expressam as variações melódicas. Para se saber se um modo é maior ou menor basta olhar para o intervalo entre a 1ª e a 3ª notas. O Lídio e o Mixolídio são, na verdade, maiores, enquanto o Dórico e o Frígio são menores. O Lócrio é incomum, na medida em que seu acorde de tônica é "Diminuto". A atmosfera geral do modo pode ser ouvida executando-se acordes construídos sobre seus graus, apenas com as notas que o modo contém.

Modo Jônio
Foi o predecessor da escala maior diatônica. Possui a mesma seqüência de intervalos e, portanto, a mesma sonoridade.

Modo Dórico
É um modo menor. Difere da escala menor natural (eólio) apenas na 6ª nota, que recebe um sustenido. Muito adequado para seqüências de acordes menores (por exemplo Im, Iim, III, IV, Vm, VII), que adquirem assim, um toque jazzístico.

Modo Frígio
Outro modo menor, praticamente idêntico à escala menor natural (eólio), exceto na 2ª nota, que é bemolizada (Db). Esta nota é ouvida como "9ª bemolizada" quando acrescentada a um acorde de tônica com sétima menor.

Modo Lídio
Uma escala maior. Difere da maior diatônica (jônio) por possuir um sustenido na 4ª nota. É uma escala maior com (#4).

Modo Mixolídio
A escala mixolídia possui a 7ª nota bemolizada. É o que diferencia da escala maior diatônica (jônio). Na verdade, trata-se de um dos modos utilizados com maior freqüência para improvisação no Blues e no Jazz.

Modo Eólio
Este modo foi o predecessor da escala menor natural diatônica. Possui a mesma seqência de intervalos e, portanto, a mesma sonoridade.

Modo Lócrio
Todas as notas desta escala são bemolizadas, com exceção da tônica (I grau) e da 4J (IV grau). Dos sete modos este é o menos utilizado na música ocidental, mas desempenha um papel importante nas músicas Indiana e Japonesa.

Graus de uma escala

-Tônica: Grau fundamental que nomeia a escala e define seu Tom.
-Sobretônica: Grau acima da tônica.
-Mediante: Grau do meio entre a tônica e a dominante, define a classificação maior ou menor.
-Subdominante: Grau abaixo da dominante.
-Dominante: Grau que "domina" o Tom. É o grau mais importante depois da tônica.
-Submediante: Grau do meio entre a tônica oitavada e a Subdominante.
-Sensível: Grau que precede a tônica em um semitom e pede complemento da mesma.
-Oitava: Repetição da tônica, porém com o dobro da freqüência sonora (Hertz).

A tônica é o pólo de repouso da melodia da escala. A dominante, em oposição, é o pólo de tensão.

A aplicação de escalas requer um embasamento teórico amplo e amadurecido, porém, adota-se primeiro este critério básico: "Aplica-se uma escala sobre os acordes que esta pode gerar".

Escalas...

A muito tempo tenho empunhado a bandeira das escalas bizarras. Para quem não sabe, "escalas bizarras", são escalas que fogem da chatice da pentatonica/eolica/menor/melódica e outras...
Continuando na afinação que eu uso, A#/F/C/E/A/D (de cima para baixo), eu criei uma escala que vale a pena escutar. Eu a chamo de Escala de Espaçamento Progressivo Ascendente, ou, EEPA. a escala funciona assim;
C/D/G/A/D/E/F#/G/B/C/E/G
Estranho não é???
O Interessante é que soa bem, mesmo tendo espaços enormes entre um tom e outro... Breve mais coisas...



Joe Hanzi black macbeth

Dezesseis/Legião urbana

João Roberto era o maioral
O nosso Johnny era um cara legal
Ele tinha um Opala metálico azul
Era o rei dos pegas na Asa Sul
E em todo lugar
Quando ele pegava no violão
Conquistava as meninas
E quem mais quisesse ter
Sabia tudo da Janis
Do Led Zeppelin, dos Beatles e dos Rolling Stones
Mas de uns tempos prá cá
Meio que sem querer
Alguma coisa aconteceu
Johnny andava meio quieto demais
Só que quase ninguém percebeu
Johnny estava com um sorriso estranho
Quando marcou um super pega no fim de semana
Não vai ser no CASEB nem no Lago Norte, nem na UnB
As máquinas prontas
Um ronco de motor
A cidade inteira se movimentou
E Johnny disse:"- Eu vou prá curva do Diabo em Sobradinho e vocês ?

"E os motores sairam ligados a mil
Prá estrada da morte o maior pega que existiu
Só deu para ouvir, foi aquela explosão
E os pedaços do Opala azul de Johnny pelo chão
No dia seguinte, falou o diretor:"
- O aluno João Roberto não está mais entre nós
Ele só tinha dezesseis.
Que isso sirva de aviso prá vocês"

.E na saída da aula, foi estranho e bonito
Todo o mundo cantando baixinho:
Strawberry Fields Forever
Strawberry Fields Forever

E até hoje, quem se lembra
Diz que não foi o caminhão
Nem a curva fatalE nem a explosão
Johnny era fera demais
Prá vacilar assim
E o que dizem que foi tudo
Por causa de um coração partido
Um coração
Bye, bye bye Johnny
Johnny, bye, bye


Bye, bye Johnny.


P.S.;Choro até hoje quando ouço esta canção...


Este é um pequeno trecho de introdução de uma música minha...
Afina-se a guitarra nas respectivas notas(de cima para baixo):
A#
F
C
E
A
D
Transformando o acorde solto numa abertura de dois acordes de 5ª com 9ª
sendo eles; A#9ª composto por A#/F/C e D9ªcomposto pelas três cordas inferiores invertidas, sendo assim, D/A/E...
Após treinar nas notas inferiores, tente usando um power chord(lembre-se; é só usar pestana... é um acorde pronto.) com as duas cordas superiores.
P.S.;Muito cuidado para não pressionar as três cordas superiores ao mesmo tempo, pois criaria um acorde com nona... O que deixa o som embolado...
P.S.;Usar distorção com bastante crunch...
Valeu!!! E até logo!!!

Saudações!!!

À vocês que estão lendo este post... Muito obrigado por me visitarem!!! Apartir de hoje este será o blog em que vou colocar as minhas lições de guitarra... via texto, fotos & vídeos do you tube...
Disponibilizarei também (conforme o tempo) as músicas da banda Magnum opus, da qual participo...
Agradeço a sua visita...


Joe Hanzi Black Macbeth...